SEGUIDORES DE SI

5 de agosto de 2011

SÉRIE COLÔNIA NOSSO LAR - REUNIÃO 03.08.2011



INSTRUÇÕES DOS ESPÍRITOS


O orgulho e a humildade

11. Que a paz do Senhor seja convosco, meus queridos amigos! Aqui venho para encorajar-vos a seguir o bom caminho.
Aos pobres Espíritos que habitaram outrora a Terra, conferiu Deus a missão de vos esclarecer. Bendito seja Ele, pela graça que nos concede: a de podermos auxiliar o vosso aperfeiçoamento. Que o Espírito Santo me ilumine e ajude a tomar compreensível a minha palavra, outorgando-me o favor de pô-la ao alcance de todos! Oh! vós, encarnados, que vos achais em prova e buscais a luz, que a vontade de Deus venha em meu auxílio para fazê-la brilhar aos vossos olhos!
A humildade é virtude muito esquecida entre vós. Bem pouco seguidos são os exemplos que dela se vos têm dado. Entretanto, sem humildade, podeis ser caridosos com o vosso próximo? Oh! não, pois que este sentimento nivela os homens, dizendo-lhes que todos são irmãos, que se devem auxiliar mutuamente, e os induz ao bem. Sem a humildade, apenas vos adornais de virtudes que não possuís, como se trouxésseis um vestuário para ocultar as deformidades do vosso corpo. Lembrai-vos dAquele que nos salvou; lembrai-vos da sua humildade, que tão grande o fez, colocando-o acima de todos os profetas.
O orgulho é o terrível adversário da humildade. Se o Cristo prometia o reino dos céus aos mais pobres, é porque os grandes da Terra imaginam que os títulos e as riquezas são recompensas deferidas aos seus méritos e se consideram de essência mais pura do que a do pobre. Julgam que os títulos e as riquezas lhes são deferidas; pelo que, quando Deus lhos retira, o acusam de injustiça. Oh! irrisão e cegueira! Pois, então, Deus vos distingue pelos corpos? O envoltório do pobre não é o mesmo que o do rico? Terá o Criador feito duas espécies de homens? Tudo o que Deus faz é grande e sábio; não lhe atribuais nunca as idéias que os vossos cérebros orgulhosos engendram.
Ó rico! Enquanto dormes sob dourados tetos, ao abrigo do frio, ignoras que jazem sobre a palha milhares de irmãos teus, que valem tanto quanto tu? Não é teu igual o infeliz que passa fome? Ao ouvires isso, bem o sei, revolta-se o teu orgulho. Concordarás em dar-lhe uma esmola, mas em lhe apertar fraternalmente a mão, nunca. "Pois quê! dirás, eu, de sangue nobre, grande da Terra, igual a este miserável coberto de andrajos! Vã utopia de pseudofilósofos! Se fôssemos iguais, por que o teria Deus colocado tão baixo e a mim tão alto?" E exato que as vossas vestes não se assemelham; mas, despi-vos ambos: que diferença haverá entre vós? A nobreza do sangue, dirás; a química, porém, ainda nenhuma diferença descobriu entre o sangue de um grão-senhor e o de um plebeu; entre o do senhor e o do escravo. Quem te garante que também tu já não tenhas sido miserável e desgraçado como ele? Que também não hajas pedido esmola? Que não a pedirás um dia a esse mesmo a quem hoje desprezas? São eternas as riquezas? Não desaparecem quando se extingue o corpo, envoltório perecível do teu Espírito? Ah! lança sobre ti um pouco de humildade! Põe os olhos, afinal, na realidade das coisas deste mundo, sobre o que dá lugar ao engrandecimento e ao rebaixamento no outro; lembra-te de que a morte não te poupará, como a nenhum homem; que os teus títulos não te preservarão do seu golpe; que ela te poderá ferir amanhã, hoje, a qualquer hora. Se te enterras no teu orgulho, oh! quanto então te lamento, pois bem digno de compaixão serás.
Orgulhosos! Que éreis antes de serdes nobres e poderosos? Talvez estivésseis abaixo do último dos vossos criados. Curvai, portanto, as vossas frontes altaneiras, que Deus pode fazer se abaixem, justo no momento em que mais as elevardes. Na balança divina, são iguais todos os homens; só as virtudes os distinguem aos olhos de Deus. São da mesma essência todos os Espíritos e formados de igual massa todos os corpos. Em nada os modificam os vossos títulos e os vossos nomes. Eles permanecerão no túmulo e de modo nenhum contribuirão para que gozeis da ventura dos eleitos. Estes, na caridade e na humildade é que tem seus títulos de nobreza.
Pobre criatura! és mãe, teus filhos sofrem; sentem frio; tem fome, e tu vais, curvada ao peso da tua cruz, humilhar-te, para lhes conseguires um pedaço de pão! Oh! inclino-me diante de ti. Quão nobremente santa és e quão grande aos meus olhos! Espera e ora; a felicidade ainda não é deste mundo. Aos pobres oprimidos que nele confiam, concede Deus o reino dos céus.
E tu, donzela, pobre criança lançada ao trabalho, às privações, por que esses tristes pensamentos? Por que choras? Dirige a Deus, piedoso e sereno, o teu olhar: ele dá alimento aos passarinhos; tem-lhe confiança: ele não te abandonará. O ruído das festas, dos prazeres do mundo, faz bater-te o coração; também desejaras adornar de flores os teus cabelos e misturar-te com os venturosos da Terra. Dizes de ti para contigo que, como essas mulheres que vês passar, despreocupadas e risonhas, também poderias ser rica. Oh! caia-te, criança! Se soubesses quantas lágrimas e dores inomináveis se ocultam sob esses vestidos recamados, quantos soluços são abafados pelos sons dessa orquestra rumorosa, preferirias o teu humilde retiro e a tua pobreza. Conserva-te pura aos olhos de Deus, se não queres que o teu anjo guardião para o seu seio volte, cobrindo o semblante com as suas brancas asas e deixando-te com os teus remorsos, sem guia, sem amparo, neste mundo, onde ficarias perdida, a aguardar a punição no outro.
Todos vós que dos homens sofreis injustiças, sede indulgentes para as faltas dos vossos irmãos, ponderando que também vós não vos achais isentos de culpas; é isso caridade, mas é igualmente humildade. Se sofreis pelas calúnias, abaixai a cabeça sob essa prova. Que vos importam as calúnias do mundo? Se é puro o vosso proceder, não pode Deus vo-las compensar? Suportar com coragem as humilhações dos homens é ser humilde e reconhecer que somente Deus é grande e poderoso.
Oh! meu Deus, será preciso que o Cristo volte segunda vez à Terra para ensinar aos homens as tuas leis, que eles olvidam? Terá que de novo expulsar do templo os vendedores que conspurcam a tua casa, casa que é unicamente de oração? E, quem sabe? ó homens! se o não renegaríeis como outrora, caso Deus vos concedesse essa graça! Chamar-lhe-íeis blasfemador, porque abateria o orgulho dos modernos fariseus. E bem possível que o fizésseis perlustrar novamente o caminho do Gólgota.
Quando Moisés subiu ao monte Sinai para receber os mandamentos de Deus, o povo de Israel, entregue a si mesmo, abandonou o Deus verdadeiro. Homens e mulheres deram o ouro e as jóias que possuíam, para que se construísse um ídolo que entraram a adorar. Vós outros, homens civilizados, os imitais. O Cristo vos legou a sua doutrina; deu-vos o exemplo de todas as virtudes e tudo abandonastes, exemplos e preceitos. Concorrendo para isso com as vossas paixões, fizestes um Deus a vosso jeito: segundo uns, terrível e sanguinário; segundo outros, alheado dos interesses do mundo. O Deus que fabricastes é ainda o bezerro de ouro que cada um adapta aos seus gostos e às suas idéias.
Despertai, meus irmãos, meus amigos. Que a voz dos Espíritos ecoe nos vossos corações. Sede generosos e caridosos, sem ostentação, isto é, fazei o bem com humildade. Que cada um proceda pouco a pouco à demolição dos altares que todos ergueram ao orgulho. Numa palavra: sede verdadeiros cristãos e tereis o reino da verdade. Não continueis a duvidar da bondade de Deus, quando dela vos dá ele tantas provas. Vimos preparar os caminhos para que as profecias se cumpram. Quando o Senhor vos der uma manifestação mais retumbante da sua demência, que o enviado celeste já vos encontre formando uma grande família; que os vossos corações, mansos e humildes, sejam dignos de ouvir a palavra divina que ele vos vem trazer; que ao eleito somente se deparem em seu caminho as palmas que aí tenhais deposto, volvendo ao bem, à caridade, à fraternidade. Então, o vosso mundo se tornará o paraíso terrestre. Mas, se permanecerdes insensíveis à voz dos Espíritos enviados para depurar e renovar a vossa sociedade civilizada, rica de ciências, mas, no entanto, tão pobre de bons sentimentos, ah! então não nos restará senão chorar e gemer pela vossa sorte. Mas, não, assim não será. Voltai para Deus, vosso pai, e todos nós que houvermos contribuído para o cumprimento da sua vontade entoaremos o cântico de ação de graças, agradecendo-lhe a inesgotável bondade e glorificando-o por todos os séculos dos séculos. Assim seja. Lacordaire. (Constantina, 1863.)
12. Homens, por que vos queixais das calamidades que vós mesmos amontoastes sobre as vossas cabeças? Desprezastes a santa e divina moral do Cristo; não vos espanteis, pois, de que a taça da iniquidade haja transbordado de todos os lados.
Generaliza-se o mal-estar. A quem inculpar, senão a vós que incessantemente procurais esmagar-vos uns aos outros? Não podeis ser felizes, sem mútua benevolência; mas, como pode a benevolência coexistir com o orgulho? O orgulho, eis a fonte de todos os vossos males. Aplicai-vos, portanto, em destruí-lo, se não lhe quiserdes perpetuar as funestas conseqüências. Um único meio se vos oferece para isso, mas infalível: tomardes para regra invariável do vosso proceder a lei do Cristo, lei que tendes repelido ou falseado em sua interpretação.
Por que haveis de ter em maior estima o que brilha e encanta os olhos, do que o que toca o coração? Por que fazeis do vício na opulência objeto das vossas adulações, ao passo que desdenhais do verdadeiro mérito na obscuridade? Apresente-se em qualquer parte um rico debochado, perdido de corpo e alma, e todas as portas se lhe abrem, todas as atenções são para ele, enquanto ao homem de bem, que vive do seu trabalho, mal se dignam todos de saudá-lo com ar de proteção. Quando a consideração dispensada aos outros se mede pelo ouro que possuem ou pelo nome de que usam, que interesse podem eles ter em se corrigirem de seus defeitos?
Dar-se-ia o inverso, se a opinião geral fustigasse o vicio dourado, tanto quanto o vicio em andrajos; mas, o orgulho se mostra indulgente para com tudo o que o lisonjeia. Século de cupidez e de dinheiro, dizeis. Sem dúvida; mas por que deixastes que as necessidades materiais sobrepujassem o bom senso e a razão? Por que há de cada um querer elevar-se acima de seu irmão? Desse fato sofre hoje a sociedade as conseqüências.
Não esqueçais que tal estado de coisas é sempre sinal certo de decadência moral. Quando o orgulho chega ao extremo, tem-se um indicio de queda próxima, porquanto Deus nunca deixa de castigar os soberbos. Se por vezes consente que eles subam, é para lhes dar tempo a reflexão e a que se emendem, sob os golpes que de quando em quando lhes desfere no orgulho para os advertir. Mas, em lugar de se humilharem, eles se revoltam. Então, cheia a medida, Deus os abate completamente e tanto mais horrível lhes é a queda, quanto mais alto hajam subido.
Pobre raça humana, cujo egoísmo corrompeu todas as sendas, toma novamente coragem, apesar de tudo. Em sua misericórdia infinita, Deus te envia poderoso remédio para os teus males, um inesperado socorro à tua miséria. Abre os olhos à luz: aqui estão as almas dos que já não vivem na Terra e que te vêm chamar ao cumprimento dos deveres reais. Eles te dirão, com a autoridade da experiência, quanto as vaidades e as grandezas da vossa passageira existência são mesquinhas a par da eternidade. Dir-te-ão que, lá, o maior é aquele que haja sido o mais humilde entre os pequenos deste mundo; que aquele que mais amou os seus irmãos será também o mais amado no céu; que os poderosos da Terra, se abusaram da sua autoridade, ver-se-ão reduzidos a obedecer aos seus servos; que, finalmente, a humildade e a caridade, irmãs que andam sempre de mãos dadas, são os meios mais eficazes de se obter graça diante do Eterno. -Adolfo, bispo de Argel. (Marmande, 1862.)


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1 de agosto de 2011

O FARDO E O APRENDIZ - JOANNA DE ANGELIS



O Fardo e o Aprendiz


Minha amada filha, que a paz e o equilíbrio estejam em todos os corações!

A luta é uma visão distorcida daquela que entabula na Seara Cristã o aprendizado das virtudes que sua alma requer encerrar.

A contenda, bem como a percepção de que a vida é um campo de batalha, nem sempre, é conveniente.

E por quê?

Os exalta em emoção, exaurindo forças preciosas no campo emocional do individuo, quando necessária ao socorro do próximo ou mesmo de si, caso a realidade imediata o exija.

A postura de todo àquele que se encontra em provação terrena, recomendável, é a do aluno. Sim, pois nessa realidade factual e honesta, tudo que se lhe apresenta, recebe um tom de lição a ser aprendida.

O aprendiz, quase sempre, quando consciente de tal posição, coloca-se à disposição dos Mestres, Mentores, ou seja, dispõe-se voluntariamente a receber àquilo que estes têm a compartilhar consigo.

A noção da realidade factual e limitada diante dos olhos da matéria, geralmente, impede-os de visualizarem a grandiosidade das lições que são, gota a gota, absorvidas pelo espírito treinado e receptivo.

E, ao contrário, todo àquele que pede por lição, adentra aos salões estudantis, no presente caso, a própria VIDA; e, rejeita a postura do aluno, quase sempre, obtém resultados desastrosos das experiências vividas.

É imperioso que se assuma com amor e desprendimento a condição singular que todo aprendiz deve possuir, ante o brilho e experiência do Mestre acurado em sua Arte, seja ela qual for, mas falamos dos assuntos da Alma, especialmente.

Todo àquele que se coloca na posição de instrutor, de fato a possuí, em momentos destinados a tanto, porém, é de se compreender que há necessárias revisões que para sua consecução, conta-se com a experiência dos que chegaram antes, ou pelo interesse, ou pela delegação espiritual que cedo adentrara o quintal da Alma.

Não importa quando ocorrera, o aprendiz sempre o será, no entanto, haverá momentos em que poderá compartilhar suas experiências, bem como traduzir em ensinamentos o que estas causaram em seu espírito observador, se assim mantiver a disposição do discípulo disciplinado.

Não queremos causar contrariedades aos mais sensíveis, repletos de leituras superficiais e ávidos detentores de suas verdades pessoais, e não temos essa limitada intenção.

O estudo consciente é o exercício da inteligência que necessita das comprovações humanas, a cognatio erga omnes, mantém a independência das almas que livres buscam acessar essa ou àquela filosofia religiosa.

A busca incessante por respostas imediatas, lança à humanidade aos vazios inexplicáveis do aprendiz desatento, cuja vontade nem sempre forte, faz com que abandone o caminho feliz daquele que se enleva nos assuntos do espírito.

A liberdade concedida pelo Criador a todos, é de fato o bem mais precioso que um espírito possa experimentar em mergulho na roupagem densa do corpo, no entanto, a finalidade está sempre voltada ao crescimento pessoal, e queiram ou não, mais cedo ou mais tarde, todos evoluirão, e a isso, compreendemos que Deus não nos apressa.

Os aprendizes que fielmente confiam suas vidas à vontade de Deus, sabem que tudo que lhes acontece é para o seu próprio benefício, eis que há um plano maior que a tudo rege.

A fé, confiança e perseverança são os sentimentos que preenchem as almas devotas que se não agem por limitações materiais, o espírito certamente poderá alçar vôos em suas meditações e orações enlevadas.

Assim, disponibiliza-se a todos, oportunidades de aprimoramento e renovação de valores e talentos que jazem em almas milenarmente sábias.

Peçais e obtereis, usem de suas prerrogativas divinas e o fardo lhes será suavizado.

Irmã Joanna de Angelis


Psicografia de Elisangelis em 01.08.2011



27 de julho de 2011

SÉRIE COLÔNIA NOSSO LAR - REUNIÃO 27.07.2011


EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO
CAPÍTULO XVII - ITEM 4

"OS BONS ESPÍRITAS"

4. Bem compreendido, mas sobretudo bem sentido, o Espiritismo leva aos resultados acima expostos, que caracterizam o verdadeiro espírita, como o cristão verdadeiro, pois que um o mesmo é que outro. O Espiritismo não institui nenhuma nova moral; apenas facilita aos homens a inteligência e a prática da do Cristo, facultando fé inabalável e esclarecida aos que duvidam ou vacilam.

Muitos, entretanto, dos que acreditam nos fatos das manifestações não lhes apreendem as conseqüências, nem o alcance moral, ou, se os apreendem, não os aplicam a si mesmos. A que atribuir isso? A alguma falta de clareza da Doutrina? Não, pois que ela não contém alegorias nem figuras que possam dar lugar a falsas interpretações. A clareza e da sua essência mesma e é donde lhe vem toda a força, porque a faz ir direito à inteligência. Nada tem de misteriosa e seus iniciados não se acham de posse de qualquer segredo, oculto ao vulgo.
Será então necessária, para compreendê-la, uma inteligência fora do comum? Não, tanto que há homens de notória capacidade que não a compreendem, ao passo que inteligências vulgares, moços mesmo, apenas saídos da adolescência, lhes apreendem, com admirável precisão, os mais delicados matizes. Provém isso de que a parte por assim dizer material da ciência somente requer olhos que observem, enquanto a parte essencial exige um certo grau de sensibilidade, a que se pode chamar maturidade do senso moral, maturidade que independe da idade e do grau de instrução, porque é peculiar ao desenvolvimento, em sentido especial, do Espírito encamado.
Nalguns, ainda muito tenazes são os laços da matéria para permitirem que o Espírito se desprenda das coisas da Terra; a névoa que os envolve tira-lhes a visão do infinito, donde resulta não romperem facilmente com os seus pendores nem com seus hábitos, não percebendo haja qualquer coisa melhor do que aquilo de que são dotados. Têm a crença nos Espíritos como um simples fato, mas que nada ou bem pouco lhes modifica as tendências instintivas. Numa palavra: não divisam mais do que um raio de luz, insuficiente a guiá-los e a lhes facultar uma vigorosa aspiração, capaz de lhes sobrepujar as inclinações. Atêm-se mais aos fenômenos do que a moral, que se lhes afigura cediça e monótona. Pedem aos Espíritos que incessantemente os iniciem em novos mistérios, sem procurar saber se já se tornaram dignos de penetrar Os arcanos do Criador. Esses são os espíritas imperfeitos, alguns dos quais ficam a meio caminho ou se afastam de seus irmãos em crença, porque recuam ante a obrigação de se reformarem, ou então guardam as suas simpatias para os que lhes compartilham das fraquezas ou das prevenções. Contudo, a aceitação do princípio da doutrina é um primeiro passo que lhes tornará mais fácil o segundo, noutra existência.
Aquele que pode ser, com razão, qualificado de espírita verdadeiro e sincero, se acha em grau superior de adiantamento moral. O Espírito, que nele domina de modo mais completo a matéria, dá-lhe uma percepção mais clara do futuro; os princípios da Doutrina lhe fazem vibrar fibras que nos outros se conservam inertes. Em suma: é tocado no coração, pelo que inabalável se lhe torna a fé. Um é qual músico que alguns acordes bastam para comover, ao passo que outro apenas ouve sons. Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más. Enquanto um se contenta com o seu horizonte limitado, outro, que apreende alguma coisa de melhor, se esforça por desligar-se dele e sempre o consegue, se tem firme a vontade.

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25 de julho de 2011

PROGRAMAÇÃO SEMANAL DE ORAÇÕES/MEDITAÇÕES DE 25 A 29.07.11

PROGRAMAÇÃO SEMANAL DE ORAÇÕES/MEDITAÇÕES: 25.07 a 29.07.11




 

25.07.11 (segunda-feira) – Dia do Apóstolo São Thiago




26.07.11 (terça-feira) – Dia de Nossa Senhora de Sant’Anna

 
27.07.11 (quarta-feira) – Meditação de Proteção da Hierarquia Cósmica e Planetária;


28.07.11 (quinta-feira) – Meditação de Ativação Ascenscional com DEUS e os Arcanjos;

29.07.11(sexta-feira) – Dia de São Lázaro e Santa Marta (hospedeiros de Jesus)



Venham Orar e Meditar Conosco, Aguardamos sua Divina Presença Eu Sou!!!

Na Unidade do Eu Sou o que Eu Sou...

Para acessar a Sala de Orações, às 20h (Horário de Brasília), clique no link abaixo:




Elisangelis Melchizedek
Diretora de Orações/Meditações do ICA

21 de julho de 2011

SÉRIE COLÔNIA NOSSO LAR - REUNIÃO 20.07.2011


Causas Anteriores das Aflições

Cap. V do Evangelho Segundo o Espiritismo

                6 – Mas se há males, nesta vida, de que o homem é a própria causa, há também outros que, pelo menos em aparência, são estranhos à sua vontade e parecem golpeá-lo por fatalidade. Assim, por exemplo, a perda de entes queridos e dos que sustentam a família. Assim também os acidentes que nenhuma previdência pode evitar; os revezes da fortuna, que frustram todas as medidas de prudência; os flagelos naturais; e ainda as doenças de nascença, sobretudo aquelas que tiram aos infelizes a possibilidade de ganhar a vida pelo trabalho: as deformidades, a idiota, a imbecilidade etc.       
            Os que nascem nessas condições, nada fizeram, seguramente, nesta vida, para merecer uma sorte triste, sem possibilidade de compensação, e que eles não puderam evitar, sendo impotentes para modificá-las e ficando à mercê da comiseração pública. Por que, pois, esses seres tão desgraçados, enquanto ao seu lado, sob o mesmo teto e na mesma família, outros se apresentam favorecidos em todos os sentidos?
            Que dizer, por fim, das crianças que morrem em tenra idade e só conheceram da vida o sofrimento? Problemas, todos esses, que nenhuma filosofia resolveu até agora, anomalias que nenhuma religião pode justificar, e que seriam a negação da bondade, da justiça e da providência de Deus, segundo a hipótese da criação da alma ao mesmo tempo em que o corpo, e da fixação irrevogável da sua sorte após a permanência de alguns instantes na Terra. Que fizeram elas, essas almas que acabam de sair das mãos do Criador, para sofrerem tantas misérias no mundo, e receberem, no futuro, uma recompensa ou uma punição qualquer, se não puderam seguir nem o bem nem o mal?
            Entretanto, em virtude do axioma de que todo efeito tem uma causa, essas misérias são efeitos que devem ter a sua causa, e desde que se admita a existência de um Deus justo, essa causa deve ser justa. Ora a causa sendo sempre anterior ao efeito, e desde que não se encontra na vida atual, é que pertence a uma existência precedente. Por outro lado, Deus não podendo punir pelo bem o que se fez, nem pelo mal que não se fez, se somos punidos, é que fizemos o mal. E se não fizemos o mal nesta vida, é que o fizemos em outra. Esta é uma alternativa a que não podemos escapar, e na qual a lógica nos diz de que lado está à justiça de Deus.
            O homem não é, portanto, punido sempre, ou completamente punido, na sua existência presente, mas jamais escapa às conseqüências de suas faltas. A prosperidade do mau é apenas momentânea, e se ele não expia hoje, expiará amanhã, pois aquele que sofre está sendo submetido à expiação do seu próprio passado. A desgraça que, à primeira vista, parece imerecida, tem portanto a sua razão de ser, e aquele que sofre pode sempre dizer: “Perdoai-me, Senhor, porque eu pequei”.
            7 – Os sofrimentos produzidos por causas anteriores são sempre, como os decorrentes de causas atuais, uma conseqüência natural da própria falta cometida. Quer dizer que, em virtude de uma rigorosa justiça distributiva, o homem sofre aquilo que fez os outros sofrerem. Se ele foi duro e desumano, poderá ser, por sua vez, tratado com dureza e desumanidade; se foi orgulhoso, poderá nascer numa condição humilhante; se foi avarento, egoísta, ou se empregou mal a sua fortuna, poderá ver-se privado do necessário; se foi mau filho, poderá sofrer com os próprios filhos; e assim por diante.
            É dessa maneira que se explicam, pela pluralidade das existências e pelo destino da Terra, como mundo expiatório que é, as anomalias da distribuição da felicidade e da desgraça, entre os bons e os maus neste mundo. Essa anomalia é apenas aparente, porque só encaramos o problema em relação à vida presente; mas quando nos elevamos, pelo pensamento, de maneira a abranger uma série de existências, compreendemos que a cada um é dado o que merece, sem prejuízo do que lhe cabe no Mundo dos Espíritos, e que a justiça de Deus nunca falha.
            O homem não deve esquecer-se jamais de que está num mundo inferior, onde só é retido pelas suas imperfeições. A cada vicissitude, deve lembrar que,se estivesse num mundo mais avançado, não teria de sofrê-la, e que dele depende não voltar a este mundo, desde que trabalhe para se melhorar.
            8 – As tribulações da vida podem ser impostas aos Espíritos endurecidos, ou demasiado ignorantes para fazerem uma escolha consciente, mas são livremente escolhidos e aceitas pelos Espíritosarrependidos, que querem reparar o mal que fizeram e tentar fazer melhor. Assim é aquele que, tendo feito mal a sua tarefa, pede para recomeçá-la, a fim de não perder as vantagens do seu trabalho. Essas tribulações, portanto, são ao mesmo tempo expiações do passado, que castigam, e provas para o futuro, que preparam. Rendamos graças a Deus que, na sua bondade, concede aos homens a faculdade da reparação, e não o condena irremediavelmente pela primeira falta.
            9 – Não se deve crer, entretanto, que todo sofrimento por que se passa neste mundo seja necessariamente o indício de uma determinada falta; trata-se freqüentemente de simples provas escolhidas pelo Espírito, para acabar a sua purificação e acelerar o seu adiantamento. Assim, a expiação serve sempre de prova, mas a prova nem sempre é uma expiação. Mas provas e expiações são sempre sinais de uma inferioridade relativa, pois aquele que é perfeito não precisa ser provado. Um Espírito pode, portanto, ter conquistado um certo grau de elevação, mas querendo avançar mais, solicita uma missão, uma tarefa, pela qual será tanto mais recompensado, se sair vitorioso quanto mais penosa tiver sido a sua luta. Esses são, mais especialmente, os casos das pessoas de tendência naturalmente boas, de alma elevada, de sentimentos nobres inatos, que parecem nada trazer de mal de sua precedente existência, e que sofrem com resignação cristã as maiores dores, pedindo forças a Deus para suportá-las sem reclamar. Podem-se, ao contrário, considerar como expiações as aflições que provocam reclamações e levam à revolta contra Deus.
            O sofrimento que não provoca murmurações pode ser, sem dúvida, uma expiação, mas indica que foi antes escolhido voluntariamente do que imposto; é a prova de uma firme resolução, o que constitui sinal de progresso.
            10 – Os Espíritos não podem aspirar à perfeita felicidade enquanto não estão puros; toda  mancha lhes impede a entrada nos mundos felizes. Assim acontece com os passageiros de um navio tomado pela peste, aos quais fica impedida a entrada numa cidade, até que estejam purificados. É nas diversas existências corpóreas que os Espíritos se livram, pouco a pouco, de suas imperfeições. As provas da vida fazem progredir, quando bem suportadas; como expiações, apagam as faltas e purificam; são o remédio que limpa a ferida e cura o doente, e quanto mais grave o mal, mais enérgico deve ser o remédio. Aquele, portanto, que muito sofre, deve dizer que tinha muito a expiar  e alegrar-se de ser curado logo. Dele depende, por meio da resignação, tornar proveitoso o seu sofrimento e não perder os seus resultados por causa de reclamações, sem o que teria de recomeçar.

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PARAR E SE SITUAR É UMA NECESSIDADE!


Parar e se situar é uma necessidade!


Que a Paz do Doce Rabi da Galiléia esteja no corações de vocês!

Filhos do coração, a humanidade caminha de maneira desenfreada, e nem sempre sabe para onde vai.

O seguir em frente requer, antes de mais nada, o conhecimento de onde se quer chegar.

Vocês são educados a obedecerem, cumprirem regras, mas nem sempre se encontram no emaranhado de ações que desempenham.

Parar e se situar é uma necessidade.

O homem precisa conhecer bem a fundo onde está sua essência, seus desejos, preferências e necessidades, de modo que a harmonia possa efetivamente habitar seu interior, pois terá mais condições de avaliar o que lhe serve ou não.

Quando nos referimos às escolhas, percebemos que muitos Irmãos acabam se perdendo por não conseguirem parar e pensar o que realmente buscam, e isto meus amados, por vezes, ocasiona a desistência, pois não mais sabem para onde vão e deixam-se envolver por àqueles que encontram no caminho.

Há de se centrar. Escolher. Analisar, para só então avançar.

Não se percam no caminho, reencontrem-se seus valores e tudo àquilo que os motiva a continuarem suas jornadas, pois estas foram assim escolhidas por que a vocês ressoavam com seus valores, preferências, e por isso, são importantes!

Depois de reconhecerem o que lhes vai n'alma e os agrada fazer, entenderão por que estao no atual caminho, e terão condições de reavaliar se é isto que desejam fazer, é algo simples, na medida que se permitem olhar para si.

Tragam do fundo do baú tudo àquilo que baseou suas escolhas no passado. Façam isso já, pois terão condições de reforçarem alguns valores, bem como reavaliarem outros, e isso é bastante saudável, quando visam melhorar o que sentem quanto ao que vivem no presente.

Os sentimentos devem ser observados, pois nem sempre o que lhes agrada como algo ideal, desperta bons sentimentos, e é recomendável que estejam em paz consigo quanto ao que preenche vossos dias.

A paz é um estado de espírito que se conquista.

A harmonia entre o que vocês trazem consigo, e manifestam no externo, é o que potencializa a permanência da paz que almejam.

Não desistam de encontrar o que lhes trará equilíbrio e paz, é um esforço individual, cuja persistência, perseverança e busca compõe a tríade do que necessitam exercitar de modo a não mais se perderem no emaranhado de possibilidades que vida lhes oferece.

Busquem a paz interior e encontrarão tudo o mais que procuram.


Eu sou a Irmã Maria Eulália Gaspar Dutra

Psicografia de Elisangelis em 20.7.2011
Em conferência com Roberto Velasco



18 de julho de 2011

O CERCO DE JERICÓ -


 O CERCO DE JERICÓ.

             "O Cerco de Jericó consiste em uma oração de sete dias e seis noites de Rosários consecutivos diante do Santíssimo Sacramento exposto

            “Pela fé caíram os muros de Jericó, depois de rodeados por sete dias.” Hebreus 11, 30.

             “Os muros de Jericó caíram ao som das trombetas da oração”, afirmava La Pira em 1959, no regresso da primeira viagem que um político ocidental efetuava à Rússia, depois da guerra.

Torna-se cada vez mais comum as comunidades adoradoras fazerem o Cerco de Jericó. De que se trata?

Esta prática nasceu na Polônia. Consiste na oração incessante de Rosários, durante sete dias e seis noites, diante do Santíssimo Sacramento exposto. 

A ORIGEM

De onde veio a inspiração paro o  “Cerco de Jericó”? No Antigo Testamento, depois da morte de Moisés, Deus escolheu Josué para conduzir o povo hebreu. Deus disse a Josué que atravessasse o Jordão com todo o povo e tomasse posse da Terra Prometida. A cidade de Jericó era uma fortaleza  inexpugnável. Ao chegar junto às muralhas de Jericó, Josué ergueu os olhos e viu um Anjo, com uma espada na mão, que lhe deu ordens concretas e detalhadas. 

         Josué e todo Israel executaram fielmente as ordens recebidas: durante seis dias, os valentes guerreiros de Israel deram uma volta em torno da cidade. No sétimo dia, deram sete voltas. Durante a sétima volta, ao som da trombeta, todo o povo levantou um grande clamor e, pelo poder de Deus, as muralhas de Jericó caíram… (cf. Js 6). 

         O Santo Padre João Paulo II  devia ir à Polônia a 8 de maio de 1979, para o 91º aniversário do martírio de Santo Estanislau, bispo de Cracóvia. Era a primeira vez que o Papa visitava o seu país, sob o regime comunista; era uma visita importantíssima e muito difícil. Aqui começaria a ruína do comunismo ateu e a queda do muro de Berlim.  

         Em fins de novembro de 1978, sete semanas depois do Conclave que o havia eleito Papa, Nossa Senhora do Santo Rosário teria dado uma ordem precisa a uma alma privilegiada da Polônia: “Para a preparação da primeira peregrinação do Papa à sua Pátria, deve-se  organizar na primeira semana de maio de 1979, em Jasna Gora (Santuário Mariano), umCongresso do Rosáriosete dias e seis noites de Rosários consecutivos diante do Santíssimo Sacramento exposto.” 

         No dia da Imaculada Conceição (8 de dezembro de 1978), Anatol Kazczuck, daí em diante promotor desses Cercos, apresentou a ordem da Rainha do Céu a Monsenhor Kraszewski, bispo auxiliar da Comissão Mariana do Episcopado. Ele respondeu: “É bom rezar diante do Santíssimo Sacramento exposto; é bom rezar o Terço pelo Papa; é bom rezar em Jasna Gora. Podeis fazê-lo.” 

         Anatol apresentou também a mensagem de Nossa Senhora a Monsenhor Stefano Barata, bispo de Czestochowa e Presidente da Comissão Mariana do Episcopado. Ele alegrou-se com o projeto, mas aconselhou-os a não darem o nome de “Congresso”, para maior facilidade na sua organização. Então, deu-se o nome de “Cerco de Jericó” a esta iniciativa. 

         O padre-diretor de Jasna Gora aprovou o projeto, mas não queria que se realizasse em maio por causa dos preparativos para a visita do Santo Padre. Dizia ele: “Seria melhor em abril.” “Mas a Rainha do Céu deu ordens para se organizarem esses Rosários permanentes na primeira semana de maio”, respondeu o Sr. Anatol. O padre aceitou, recomendando-lhe que fossem evitadas perturbações. 

         A Santíssima Virgem sabia bem que o Cerco de Jericó em maio não iria perturbar a visita do Papa, porque ele não viria. E, logo a seguir, as autoridades recusaram o visto de entrada no país ao Santo Padre, como tinham feito a Paulo VI em 1966. Consternação geral em toda a Polônia! O Papa não poderia visitar a sua Pátria. 

         Foi, então, com redobrado fervor que se organizou o “assalto” de Rosários. E, no dia 7 de maio, ao mesmo tempo que terminava o Cerco, caíram “as muralhas de Jericó”. Um comunicado oficial anunciava que o Santo Padre visitaria a Polônia de 2 a 10 de junho. Sabe-se como o povo polonês viveu esses nove dias com o Papa, o “seu” Santo Padre, numa alegria indescritível! 

         No dia de 10 de junho, João Paulo II terminava a sua peregrinação, consagrando, com todo Episcopado polonês, a nação polaca ao Coração Doloroso e Imaculado de Maria, diante de um milhão e quinhentos mil fiéis reunidos em Blonic Kraskoskic. Foi a apoteose! 

         Depois dessa estrondosa vitória, a Santíssima Virgem ordenou que se organizassem Cercos de Jericó todas as vezes que o Papa João Paulo II saísse em viagem apostólica. “O Rosário tem um poder de exorcismo”, dizem os nossos amigos da Polônia, “ele torna o demônio impotente.”

         Por ocasião do atentado contra o Papa, em 13 de maio de 1981, os poloneses lançaram de novo um formidável “assalto” de Rosários e obtiveram o seu inesperado restabelecimento. Mais uma vez, as muralhas de ódio de Satanás se abatiam diante do poder da Ave-Maria. 

         Em várias partes do mundo estão sendo realizados agora Cercos de Jericó. A 2 de fevereiro de 1986, aquela mesma alma privilegiada recebia outra mensagem da Rainha Vitoriosa do Santíssimo Rosário: “Ide ao Canadá, aos Estados Unidos, à Inglaterra e à Alemanha para salvar o que ainda pode ser salvo.” Nossa Senhora pede que se organizem os Rosários permanentes e os Cercos de Jericó, se queremos ter certeza da vitória.

          Assim pode-se organizar grupos de pessoas que se revezem de períodos em períodos de tempo, para que seja rezado o Rosário permanentemente durante as 24 horas durante os sete dias em que é feito o cerco de Jericó.

TODOS ESTÃO CONVIDADOS A DERRUBAREM OS MUROS QUE EVENTUALMENTE ESTEJAM TRAZENDO OBSTÁCULOS EM SUAS VIDAS...

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Venham, Acreditem, pois a Fé sempre removerá muito mais do que  Muros e Montanhas!!!!

ELISANGELIS MELCHIZEDEK
DIRETORA DE ORAÇÕES E MEDITAÇÕES DO ICA

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Amigos,

É com muita alegria que convido a todos a participarem de nosso grupo de meditação e oração.

Estamos de segunda à sexta-feira, às 20h (Horário de Brasília), no seguinte link:


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Aguardamos sua Divina Presença Eu Sou conosco!

Um afetuoso abraço cósmico a todos!

Elisangelis Melchizedek

17 de julho de 2011

OS CÍRCULOS DE LUZ! - SATHYA SAI BABA

Os Círculos de Luz!




Que a luz da consciência crística ilumine vossos corações agora e sempre!

Amados Filhos,

Quão importante é centrar-se em suas emoções.

O corpo emocional traz consigo informações que foram registradas ao longo da existência, assim como também há registros bem mais profundos, que foram marcados em outras épocas, mas nem por isso são menos importantes, ao contrário, geralmente representam profundas feridas que pedem por cura imediata.

A roda encarnatória que lhes proporciona os ensinamentos que o espírito busca em sua caminhada de ascensão, é sem dúvida, a sistemática circular que os coloca diuturnamente, mais cedo ou mais tarde, diante dos mesmos personagens que os feriram no passado.

E agora, a cura poderá ser efetivamente realizada, bastando para tanto, que haja uma busca pessoal nesse sentido.

Não é hora de se perguntarem de quem foi a culpa ou quem são os culpados, não mais...

Isto ocorria quando ainda tinham uma compreensão linear de como se processavam os aprendizados. E hoje, por méritos pessoais, vocês já possuem o dom de solucionarem todos os entraves emocionais que pedem por equilíbrio imediato.

E por que nos atemos a esse aspecto?

Muitos são os aspectos que poderão levá-los a essa compreensão de que somente a cura em todos os sentidos os conduzirá ao desprendimento energético com àqueles que os feriram de algum modo.

Perdoar é o primeiro passo.

No entanto, vocês sempre perguntam como perdoar se não se recordam do que lhes fizeram, e precisa?

Vejam bem, basta que sintam no coração que tenha ocorrido o que for, vocês também contribuíram para que fossem atingidos, permitiram-se de algum modo, caso contrário, garanto-lhes que não teriam sido VÍTIMAS.

Portanto, amados filhos, a postura da vítima, nunca e em nenhum momento trará benefício a ninguém dos envolvidos no episódio que ocasionou a marca no corpo emocional.

O momento é de cura.

A ação é no sentido de cicatrizarem todas as feridas emocionais que acreditarem ainda possuir em vosso corpo sutil emocional, a fim de que efetivamente possam alçar novas experiências enriquecedoras.

O aprendizado é necessário, a vivência na unidade que se aproxima é possível àqueles que já se libertarem das feridas que marcaram a vivência da dualidade na energia deste Planeta.

A experiência dual é cíclica e quando não aceitam o aprendizado proposto pela experiência, a própria rotação trará novamente o “problema” para suas vidas, e assim, terão que aprendê-la, perdoando-se pelo passado, aceitando a limitação presente e, principalmente, deixando-se livre para que não mais repitam o “problema” em vossas vidas.

Compreendem o mecanismo?

Não é complexo, é apenas lógico, como tudo no Universo.

A figura do círculo é isto. A repetição e expansão até que se libertem da energia que os aprisionou nesse campo, para só assim, alçarem vôos a novos aprendizados.

O círculo se expande, quando o aprendizado é integrado ao Corpo de Luz vocês passam a vibrar em nova freqüência, atraindo corpos de luz que os possibilitarão a crescerem em vibração e freqüência, acessando outros círculos, novos desafios que serão acoplados aos vossos sistemas de corpos, desde que consigam desbloquear os vórtices responsáveis pela correspondência do aprendizado, e para isso, amados filhos, deverão estar desbloqueados, livres e receptivos.

Assim é como também acontece com os seres que vivem em dimensões mais sutis do que as vossas, nós também agregamos círculos de luz à medida que avançamos em nossos aprendizados individuais, porém o conhecimento do mecanismo é consciente, o que proporciona maior objetividade durante o processo de assimilação do novo círculo de luz.

É um processo lento, que dependerá sempre da disposição do aprendiz em superar os desafios de cada ensinamento.

A capacidade de adaptação às energias que acompanham os novos círculos de luz, dependerão muito do quanto vocês se permitem receber o novo, e para isso, meus Amados filhos, terão que abandonar o velho...

E quando falamos em abandonar o velho, refiro-me exatamente às cicatrizes que marcam profundamente vossos sistemas de corpos, bloqueando os vórtices de luz, que são a porta de entrada das energias contidas no novo círculo de luz que se avizinha.

Portanto o equilíbrio depende exclusivamente de como vão trabalhar as energias que devem ser superadas, efetivamente acopladas pelos vórtices (chakras) e as que urgem por serem assimiladas, pois trazem novos códigos e freqüências específicas para que possam trabalhar na jornada terrena.

Interagir, perdoar a si e a todos, de modo equilibrado é o que certamente os levarão à almejada ascensão, enquanto a evolução se processa e cessada a quantidade de círculos de luz a serem acoplados nos vórtices energéticos, mais e mais, estarão próximos da libertação da experiência cíclica que caracteriza a vida no Planeta Terra.

Isto é a Ascensão!

Não se iludam meus Amados, essa façanha é individual, e por mais que vivam na dualidade, apenas vocês são capazes de obter esse Certificado de Conclusão dos Ciclos Terrenos.

Avante, muito trabalho os aguarda.

Assumam vossas tarefas, desenvolvam-na individualmente, pois é você quem precisa se libertar do ciclo, e os demais, cada um fará o seu caminho.


Eu sou Sathya Sai Baba



Canalização de Elisangelis Melchizedek em 16.07.2011