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17 de maio de 2011

ASPIREM À LUZ, RESPIREM AMOR E TRANSPIREM ALEGRIA! - SIDARTA GAUTAMA (BUDA)


ASPIREM À LUZ, RESPIREM AMOR E TRANSPIREM ALEGRIA!



Eu sou Lord Sidarta Gautama,


O Sol atravessa todas as densidades, não há matéria que não seja de alguma forma tocada por sua energia calorosa, por mais que tenha uma resistência, o tempo sempre abre portas para esta luz que invade o espaço físico...

A consciência é aquilo que a alma consegue perceber, captar, visualizar dentro dos limites que a visão interna o permite, enquanto buscador de si mesmo, vocês não devem se entender como seres que possuem uma única forma de expressão, ou mesmo, acreditar que já conseguiram compreenderem-se totalmente.

O ato de conhecer a si mesmo, implica em vivenciar situações que os coloquem diante de seus conflitos ou dilemas internos a fim de que ou se lapidam ou se esforçam em entender o que ainda representa bloqueio em sua jornada pessoal.

A iluminação obtida por mim no passado foi um exercício, acima de tudo, de deixar ser sem restrições ou idéias pré-concebidas, pois descobrir-se implica em permitir manifestar-se divinamente, pois somente assim, poderão ver a dimensão aproximada de tudo que o Criador lhes municiou, enquanto centelhas divinas da Criação.

Portanto, entender o quanto ainda estamos submersos nos limites e bloqueios auto impostos ou mesmo sobrepostos por terceiros, na via dos conceitos sociais ou modismos de época, pois devemos buscar emergirmos desse mar de idéias alheias e buscar com o que nos identificamos realmente, cuja freqüência vibra e ressoa com o íntimo de sua alma.

Não há um caminho igual para todos na senda da Iluminação...

A Iluminação é reconhecer quem sóis no panteão divino da Criação, atribuindo-se o devido valor e, principalmente, colocando-se como parte ativa desse todo que conta com cada um de vocês para a realização da Grande Obra do Pai.

Ainda que haja fórmulas e teses, conceitos e idéias de como se alcançar a almejada “Iluminação”, digo-lhes cada um de vocês é capaz de encontrar o próprio caminho, abrindo-se ao Sol da Sabedoria que por questões óbvias deve ser o que os impulsionará a crescer, rumo aos céus, e às mais distantes constelações estelares, afinal, os Universos são infinitos e as possibilidades também o são.

Eu Sidarta Gautama, digo-lhes:

Iluminem-se com a própria Luz que Reluz de vossos interiores.

Para só então serem faróis a quem ainda não consegue descortinar um fiambre de luz de sua própria fonte, mas almeja encontrar o caminho que os levará às Sendas de Luz do Pai Criador!

Aspirem à Luz, Respirem Amor e Transpirem Alegria!!!

Sidarta Gautama

Canalização de Elisangelis em 14.05.11

http://vozdaeradeouro.blogspot.com





A ILUMINAÇÃO DE BUDA



O trecho seguinte sobre a vida de Buda foi extraído do livro de Geshe Kelsang Gyatso, Introdução ao Budismo:

Sidarta dirigiu-se, então, para perto de Bodh Gaya, na Índia, onde encontrou um local adequado para meditar. Ali permaneceu, enfatizando uma meditação denominada “concentração espaçóide no dharmakaya”, que consiste em se concentrar unifocadamente na natureza última de todos os fenômenos.
Depois de treinar nessa meditação durante seis anos, ele percebeu que estava muito próximo de atingir a plena iluminação e andou até Bodh Gaya. Ali, num dia de lua cheia do quarto mês do calendário lunar, sentou-se em postura meditativa sob uma árvore bodhi e jurou que não sairia da meditação antes de atingir a perfeita iluminação. Assim determinado, entrou em concentração espaçóide no dharmakaya.
Ao cair da noite, Mara Devaputra, o chefe de todos os demônios deste mundo, tentou perturbar a concentração de Sidarta provocando aparições aterrorizantes. Manifestou hostes de tenebrosos demônios – alguns arremessavam lanças e flechas contra Sidarta, outros tentavam queimá-lo com fogo ou atiravam blocos de pedras e até montanhas sobre ele. Sidarta permaneceu completamente impassível.
Pela força de sua concentração, projéteis, pedras e montanhas apareciam-lhe como uma chuva de flores perfumadas, e as labaredas incandescentes convertiam-se em luminosas oferendas de arco-íris.
Ao ver que o medo não faria Sidarta abandonar sua meditação, Mara Devaputra tentou distraí-lo emanando um séquito de mulheres sedutoras. Porém, Sidarta reagiu concentrando-se ainda mais profundamente. Assim, ele triunfou sobre todos os demônios deste mundo, motivo pelo qual, mais tarde, tornou-se conhecido como “Buda Conquistador”.
Depois desse episódio, Sidarta prosseguiu com sua meditação até o alvorecer, quando atingiu a última mente de um ser limitado – a concentração vajra. Com essa concentração, ele removeu os derradeiros véus da ignorância e, no instante seguinte, tornou-se um Buda, um ser plenamente iluminado.

10 de agosto de 2010

UMA PROPOSTA RELIGIOSA UNIVERSALISTA - SIDARTA GAUTHAMA




Uma Proposta Religiosa Universalista
Mensagem de Sidarta Gauthama, canalizada por Elisangelis Gonçalves de Souza, em 10.08.10 – São Paulo, Brasil.







Que bom estar aqui entre vocês, é sempre uma alegria poder trazer algumas palavras aos amados filhos da luz, pois vocês são muito amados pelos irmãos fraternos que assistem e participam desse processo pelo qual enfrentam nesse momento.

Um grande passo foi dado em direção ao que chamo de reinício e muitos de vocês ainda estão se perguntando o que está acontecendo, pois se sentem perdidos, e digo-lhes, se estiverem com este sentimento, então está tudo certo!

O sentimento de perda acompanha todo processo de mudança, pois sempre implica numa escolha, e por essa razão, decorre uma inusitada perda obrigatória, certo?

O livre arbítrio do qual vocês tem falado é pouco compreendido pelos seres dotados de inteligência, vez que é a prova de que o Criador os vêem como parceiros nessa empreitada da Criação, a medida que co-criam na exata medida que se utilizam da “livre” escolha que lhes foi concedida por Deus Pai Mãe, e não é assim?

A atividade desempenhada pelas criaturas, seja qual for seu grau evolutivo dentro do arcabouço da Criação, inclui o exercício dessa liberdade relativa que a todos é possível gozar, no entanto, o que se espera é que a humanidade utilize seus dons individuais, seus talentos, sua parcela DIVINA, o EU CRÍSTICO a fim de solucionar os inúmeros entraves que obstaculizam sua evolução no orbe terrestre.

O EGO como todos sabem é o grande obstáculo a manifestação do EU SUPERIOR, porquanto impede com que o indivíduo perceba que faz parte de uma grande família a qual se harmoniza, e a medida que reduz a relevância que dá a esse EGO voraz e faminto de pequenas realizações e honrarias, enquanto o SER dotado de SABEDORIA busca equilibrar-se a fim de contribuir para a PAZ no meio social e assim se tornar meio/instrumento de ancoragem das energias que são encaminhadas à Terra para uso de seus habitantes de todos os níveis da Criação terrestre.

Difícil empreender qualquer tarefa no orbe da Terra sem encontrar esse obstáculo às realizações grandiosas, eis que no desenrolar dos eventos, sempre um dos EGO’s resolve querer chamar a atenção para si e enquanto seu apelo irracional não se satisfaz, muito do trabalho coletivo é desviado de sua meta inicial, reduzindo o alcance de projetos e tarefas assumidas perante a espiritualidade, tudo em face da sobreposição do EGO sobre a RAZÃO.

A intenção não é trazer uma reflexão exaustiva acerca do personagem, pois até aqui ele o EGO, insiste em ocupar o centro das atenções, nota de humor cósmico, mas, principalmente de alertá-los quão é importante que vigiem esta energia que poderá ser um entrave às grandes realizações, pensem nisso e perceberão que há uma infindável quantidade de conhecimento produzido pelo Homem que não aceita ou pelo menos resiste que “um” EGO alheio venha dizer-lhe algo novo, portanto a HUMILDADE de reconhecer que todo o conhecimento advém do Criador cujos EGOS diversos a plasmaram com uma linguagem diferente da vossa, mas nunca de forma errônea, sem disputas de quais verdades são mais autênticas do que outras, não há esse parâmetro, isso não é possível, entendam de uma vez por todas, a verdade encontra-se no interior de cada um de vocês, e isto já sabem!

Preocupo-me em trazer-lhes estas considerações porquanto o trabalho de consciência de unidade passa intrinsecamente pela batalha do EGO INFERIOR de cada um dos seres, contra o EGO INFERIOR coletivo de cada povo e sua cultura, o que, exigirá de todos o exercício magnânimo no sentido de não julgar e principalmente de RESPEITAR o que já foi absorvido pelos grupos, bem como o de entender o que é chamado por TRADIÇÃO.

Digo-lhes que a resistência está nesse ponto, a TRADIÇÃO da qual digo é aquela cuja conservação no tempo foi realizada por certo grupo, povo ou cultura e o esforço dos antepassados em mantê-las gerou nos atuais descendentes o sentimento de obrigação em cultuá-las, e dizemos que isto não será mais salutar, exceto quanto ao aspecto histórico desse conteúdo, as experiências pretéritas deverão ser reduzidas aos EGOS viventes do respectivo período.

A unificação, a reunião de idéias tão diferentes sob o mesmo comando é algo desafiador na atual conjuntura da Terra, eis que temos inúmeras divisões que encontram óbices geográficos, econômicos, culturais e sociais, aparentemente intransponíveis, mas só na aparência, pois àqueles que tiverem olhos de ver saberá que SOMOS TODOS UM...

A questão aqui não se trata de impor uma visão UNIVERSALISTA, não é isso, é muito mais do que isto, é exatamente aglutinar a idéia de que somos seres dotados de necessidades comuns, de onde se tem grupos que solucionaram questões semelhantes de maneiras diversas, aceitando e questionando as dificuldades que assolam ou assolaram esses mesmos grupos, respeitando suas individualidades e somando as experiências que forem possíveis de serem repetidas.

A proposta Universalista apresenta-se como solução eficaz para toda e qualquer querela que exista entre os povos da Terra, não há mais razão para se aceitar as divisões que hoje existem, inclusive as barreiras geográficas serão a seu tempo banidas, porquanto a consciência de unidade chegará no entendimento de que a UNIÃO é a força e não o contrário.

Portanto, trabalhar a idéia de universalismo é primeiro considerar que devemos integrar nossas próprias diferenças internas, tudo que nos caracteriza como indivíduos unos e indivisíveis perante o CRIADOR.

Lutemos pela integração dos seres, lutemos pelo reconhecimento da necessidade de um diálogo entre os diversos grupos étnico-religiosos, façamos nossa parte buscando entender e compreender ao outro, respeitando-o e dispensando o julgamento que em nada acrescenta, pois não somos capazes de estabelecer linhas de raciocínio que dêem conta de avalizar esta ou aquela religião.

Tenhamos a compaixão cristã, ainda que não sejamos cristãos, afinal os judeus também poderão ser misericordiosos e não necessitam para tanto tornarem-se cristãos, não é mesmo?

Entendamos que a religião na qual nascemos é aquela que decorre do grupo social no qual vivemos, com algumas variações, não a concebemos e não tivemos a oportunidade de repensá-la quando crianças e assim também são as demais pessoas e passemos a exercer a tolerância consigo primeiro e com os demais.

Busquemos o interesse pelos assuntos que a tantos interessaram no decorrer da História, não desprezemos os valores cultivados por anos de luta e de sangue.

Conheçamos primeiro para depois propormos a renovação.

O Divino que habita meu ser possa saudar o Divino que habita em ti.

Namastê!

Sidarta Gauthama

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